A FEWB acredita que a diversidade étnico-racial é tema político fundamental: presente em nossas escolhas e ações cotidianas. Seu *Programa Relações Raciais e Interculturalidade nas Escolas* apoia no desenvolvimento de políticas antirracistas, na aplicação da lei 11.645/08 em seus currículos, e reúne no site, na seção Materiais de Apoio Paradidático, bibliotecas virtuais, cadernos, podcasts, programas, entrevistas, artigos e legislação, para que, conscientes, transformemos de fato nossa realidade! O Programa conta ainda com o Grupo de Estudos Mulheres Pretas que será aberto para participação de todo o Brasil em 2024!!!

PROGRAMA RELAÇÕES RACIAIS E INTERCULTURALIDADE NAS ESCOLAS

O Programa Relações Raciais e Interculturalidade nas Escolas é uma iniciativa da FEWB para apoio às comunidades escolares no combate ao racismo. Tem o objetivo de aproximar as instituições, abrindo espaço de fala e aproximando o diálogo entre escolas e suas comunidades. O Programa compreende cursos, workshops, palestras, rodas de conversa, além de sugestões de materiais para-didáticos na temática antirracista e pluralidade cultural. Ações do Programa: • Materiais de apoio paradidático • CURSOS; • Rodas de Conversas Moitará; • Coletivos de equidade racial nas escolas Waldorf; • Grupo de Estudos (em breve!)



EVENTOS E CURSOS REALIZADOS

Rosa Maria, 39 anos, é mulher preta, afroindígena, nordestina, do Maranhão, Brasil; Integrante do Movimento Preto na Pedagogia Waldorf (MPPW) e colaboradora e coordenadora do Movimento Waldorf Antirracista; fundadora/professora/gestora do Jardim Aroeira (Olinda, Pernambuco) e pesquisadora.

..."Enquanto professora e observando minha integração no organismo social, busco a volta prática dos impulsos que permearam o nascimento da pedagogia Waldorf, atrelando os avanços científicos e de moralidade social, buscando vivificar na pedagogia a alma do povo brasileiro, reconhecendo nossas raízes, a potência e importância dos povos originários, africanos e diáspora na composição de nosso caldo cultural/étnico/racial. Ainda hoje na Pedagogia Waldorf em Pindorama, há um forte reflexo do racismo estrutural e do eurocentrismo, no apagamento da história do povo preto e indígena, no não cumprimento das LDBs 11.645/08 e a romantização da invasão colonial. A possibilidade de demonstrar o bom, belo e verdadeiro dos povos originários e diáspora me impulsionam para o sonho de uma educação mais justa, integral e consciente. Gratidão!"